quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Uma Criança Difícil de Lidar

Ontem, 7 de Janeiro, foi um dia trágico para a imprensa, para a democracia e até mesmo para o Mundo Ocidental. Para quem vive debaixo de uma pedra, o jornal satírico francês Charlie Hebdo, notável pelas suas caricaturas polémicas, foi alvo de um atentado terrorista. Doze pessoas, incluindo quatro cartoonistas, foram mortos a sangue frio por três jovens que "vingaram Maomé", dois irmãos na casa dos 30 anos e outro mais jovem, com 18 anos.
Este ataque contra um jornal que produz piadas chocantes mas inofensivas abanou o mundo; muitos governadores, incluindo os nossos queridos amigos Cavaco Silva e Passos Coelho, criticaram o ataque como "bárbaro", "repugnante", e "cínico", e mostraram-se solidários com o país gaulês; a frase "Je Suis Charlie", símbolo de liberdade de expressão, é o tema de capa de jornais de todo o mundo, pelo menos os generalistas, que foram publicados nas bancas, esta manhã.
Eu não sou cartoonista nem jornalista, no entanto sei desenhar e exprimir opiniões em relação a este ataque contra a sociedade.
Eu vejo o terrorista como uma criança de mente frágil que não tem noção daquilo que faz e que está sempre a causar sarilhos, e por causa disso o seu pai, neste caso, o Islão, leva sempre com as culpas. Estes macacos nunca devem ser confundidos com a gente normal de origem muçulmana, só que infelizmente gente de mente simples não consegue ver as suas diferenças, acabando por culpar a religião e todos os seus crentes nas redes sociais, até ao ponto de convocar As Cruzadas para varrer com eles todos, só para ver como o quão fanáticos nós somos em comparação com os terroristas.
Tal como o Imã da Mesquita de Lisboa Sheik Munir afirma: se algum muçulmano não gosta de liberdade, que emigre.

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